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Minimalismo Digital: Escreva cartas para si mesmo

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domingo, 2 de abril de 2023 - 08:23
Dando sequência à série de textos sobre Minimalismo Digital, Cal Newport, autor do livro de mesmo nome, fornece mais dicas sobre como substituir o uso dos smartphones por atividades que ele chama de "lazer de alta qualidade".

O escritor americano informa que um dos melhores substitutos para as estultícias da imprensa e da diversão autômata das redes sociais é escrever cartas para si mesmo. O conselho, a exemplo dos anteriores, não é nenhuma novidade. Não é de hoje (embora nunca seja demais reforçar) que se sabe que o ato de escrever é uma poderosa ferramenta de classificação e organização das ideias, dando-lhes, assim, uma estrutura.

De forma também análoga à que já tinha adotado em dicas anteriores, Cal reforça os benefícios da escrita enumerando pessoas ilustres que adotaram a prática, mesmo sem serem escritoras, e essa é a grande "sacada" do livro.


Além de Abraham Lincoln, que o guru do Minimalismo Digital já havia mencionado que escrevia seus pensamentos em pedaços de papel, outro ex-presidente americano adotava o hábito da escrita: Dwight Eisenhower, que "pensava escrevendo", tarefa que o ajudava a "domar suas emoções", outra vantagem que já auferiu quem cultiva ou cultivou o costume de escrever um diário. Newport deixa muito claro que isto pode ser extremamente útil quando enfrentamos situações complexas ou incertas (situações, aliás, que quase não acontecem no Brasil, onde o poste mija no cachorro).

Finalmente, Cal informa que não importa se o candidato a escritor use para as suas anotações um caderno ou um pedaço de papel qualquer. Entretanto, uma recomendação que o escritor deixa implícita, através da descrição dos meios elencados, é que a tarefa deve ser manual, ou seja, sem o uso de um computador, pelo menos num primeiro momento. Este conselho também é dado por Flávio Morgenstern, no Formação Senso Incomum, onde o professor ensina que escrever e falar são modos ativos de aprendizado, enquanto a audição, a visão e a digitação são passivos, eliminando ou minimizando benefícios cerebrais que a atividade deveria proporcionar.

Um abraço e até a próxima!

Fonte: Coelho de Programa

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