Coelho Dizeres Computador
[X] Fechar

Já conhece a NewsLetter do CoelhoDePrograma? Clique aqui e assine!

Só demora 30 segundos para se cadastrar e você recebe nossas notícias por email!

Seu nome:

Seu email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Quer correr sem lesões? Siga a dica dos masters!
Compartilhe no WhatsApp Enviar por email Compartilhe no Twitter

quinta-feira, 9 de março de 2017 - 12:17
corredor sêniorBoa tarde, galera! mrgreen

Todos os que praticam a corrida têm uma grande preocupação: a de não se lesionar. Quem já ficou um tempo sem poder treinar e competir por conta dessa maledeta dessa lesão sabe o quanto isso é desesperador!

Pensando nisso, a tradução de hoje, mais uma vez do excelente site Competitor.com, traz dicas de corredores masters para evitar esse mal que tanto apavora os moedores de canelas. Bora dar uma lidinha?
Matt Mace, 56 anos, segue correndo regularmente desde 1985. Ele normalmente registra cerca de 4.000 km por ano e tem mantido esse volume há pelo menos uma década. Ele participa de provas até 20 vezes por ano, incluindo ultras, sem lesões, tornando-o uma maravilha, se não a inveja de corredores de todas as idades.

Jennifer Harrison, 46, um treinador de triatlo dos subúrbios de Chicago, também tem uma longa série de corridas saudáveis. Além de uma curta pausa para tratar uma lesão do tendão de Aquiles em 2011, e do repouso durante a gravidez, Harrison tem corrido sem uma pausa desde o ensino médio.

E ainda há Mike Wardian, um homem de 42 anos que vive na West Virginia, que recentemente detonou no World Marathon Challenge, que consiste em correr sete maratonas em sete continentes em sete dias. Com apenas uma lesão em 2012, Wardian tem esmagado recordes e quilômetros desde 1995.

Qual é o segredo desses masters? Mais importante ainda, como o mundo da corrida pode aprender algo com eles?

As respostas, como você poderia esperar, são tão individuais quanto os próprios corredores. Mas existem alguns denominadores comuns com os quais todos podem se beneficiar.

Esteja atento

A resposta é familiar: escute o seu corpo. Cada corredor sabe disso, mas nem todos os corredores seguem. Mace, Harrison e Wardian, no entanto, vivenciam isso. "Se algo não parece certo, eu recuo. Eu não me importo se a planilha pede 130 km naquela semana. Se eu precisar reduzir a 100, eu reduzo a 100." diz Wardian.

Mace concorda. "Eu sou muito bom em ser cauteloso se eu precisar ser. Se algo dói, eu volto atrás.", diz ele.

É claramente uma abordagem que está funcionando e que muitos treinadores vão pregar. Ao dar uns dias de folga quando a dor aparece, corredores geralmente podem evitar ficar semanas off se insistirem.

Seja realista

Outra tática que esses masters usam é conhecer seus limites e respeitá-los. Mace diz que reconhece que não vai correr tão rápido como fazia 20 anos atrás e não tenta forçar. "Olha, eu não estou procurando melhorar o tempo de meus recordes pessoais neste momento. Portanto, não vale a pena ter excessos de quilometragem e praticamente pedir uma lesão.", diz ele.

Mace também é fã de saber quais são seus pontos fortes e fracos na corrida e apostar neles. "Logo soube que meu limite era 130 a 145 quilômetros por semana, não 160 ou 180. Assim, mantenho esse limite para mim."

Harrison também é uma defensora desta abordagem. "Eu fico em paz com o fato de que não sou tão rápida como costumava ser e não tento competir com meus tempos anteriores. Restabeleci meus objetivos e planos para treinos de velocidade e corridas.".

Como triatleta, Harrison tem se concentrado em prêmios na faixa de idade ao invés de objetivos de tempo e diz que isso tem sido útil para ela. "Na comunidade da corrida, todo mundo está perseguindo recordes. Aprendi a deixar o meu ego e o relógio irem e a concentrar-me em ser competitiva com algo diferente do relógio.".

Seja consistente

Consistência no treinamento é uma regra que corredores vivenciam e que definitivamente se aplica a esses masters. Quando se trata de longo tempo sem lesões, é a sua consistência não só com corrida regular, mas também com a abordagem para o que funciona que conta. Wardian e Mace dizem que os dois treinam hoje de forma bastante semelhante de como quando eram mais jovens e não deixam que as preocupações com o envelhecimento fluam em suas psiques. "Não deixe a idade ditar o que você está fazendo. Deixe seu corpo lhe dizer o que você é capaz de fazer", Wardian aconselha.

Mace diz que ele realmente não mudou tanto desde que se tornou master. Em outras palavras, se algo não está quebrado, não o conserte. "Não é como se eu tivesse 40 anos e decidisse que eu tinha que fazer as coisas de maneira diferente. Eu hoje treino de maneira muito similar a como eu tenho treinado sempre.", diz ele.

Wardian diz que a única coisa que ele mudou é que ele está correndo menos quilômetros do que costumava fazer, embora sua quilometragem ainda permaneça alta. "Percebi que posso conseguir por muito menos. Não é fácil para mim, porque adoro correr muito, mas a consistência é mais importante que o número de quilômetros", diz ele.

Seja um Cross-Trainer

Todos os três corredores masters gastam tempo em outras atividades além de correr e os três dizem que isso é importante. Mace, que completou várias corridas de distância de Ironman, diz que nadar foi bom para ele. "Eu realmente não gosto disso, mas acho que ajuda.", ele admite.

Como triatleta, Harrison também incorpora natação e ciclismo em sua rotina e acredita muito no treinamento de força também. Pilates, trabalho de core e similares são todos parte de sua rotina regular. "Em meus 30 anos, eu poderia passar sem todas essas coisas pequenas, mas agora eles somam", diz.

Até Wardian encontra tempo para andar de bicicleta, indo e voltando do trabalho diariamente. "Faço muito mais ciclismo agora do que costumava fazer e acho que isso é bom para mim", diz ele.

É lógico que está funcionando - depois de uma semana de 320 quilômetros para o World Marathon Challenge, Wardian diz que se sente fantástico. "Minhas pernas se sentem realmente ótimas. Estou animado por estar tão em forma", diz ele.
O que mais eu achei maneiro na reportagem foi de saber que ainda tem como eu, um veinho de 48 anos, correr de forma competitiva. Olha aí essa galera pra dar o exemplo e a fórmula: Treinar duro é importante, mas treinar do jeito certo também!

Abraços e beijos a todos! mrgreen

Fonte: Competitor.com (adaptado por Coelho de Programa)

Leia mais sobre: corrida, lesão, master

Assine a NewsLetter do CoelhoDePrograma e não perca mais nenhum artigo!

Gostou da matéria? Comente logo abaixo! mrgreen

Copyright - Marcelo Coelho